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Colaboraçõesquinta-feira, 24 de setembro de 2020

Guia para não errar nas compras de roupa online por Garotas Estúpidas

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Comprar online é um adianto na vida. É rápido, prático, tudo está ao alcance da nossa mão. Se alguém tinha dúvidas ou receio, desde que estourou a pandemia (quando adquirir pela internet se tornou a única saída), percebemos que este é um caminho sem volta. Seja para comprar um moletom confortável pra ficar em casa ou até aquela peça desejo pra usar quando tudo isso acabar, né? Mas como comprar moda no digital, sem experimentar ou tocar na peça? Confira nosso manual. Por Karina Hollo e GE

 

Por GE e Karina Hollo

 

Se faltava um incentivo para a gente se adaptar de vez ao digital, ele chegou na hora em que ninguém podia sair de casa por conta da pandemia de coronavírus. As previsões indicam que o comércio eletrônico deve crescer 18%, em 2020, e movimentar R$ 106 bilhões, segundo estimativa da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). E o varejo de moda online é um dos setores que têm ajudado a alavancar o crescimento do comércio eletrônico no Brasil. De acordo com uma pesquisa da Dito CRM (plataforma que gerencia marcas), o segmento de moda online (incluindo vestuário, acessórios e calçados) teve um desempenho 48,9% maior no mês de março de 2020 em relação ao mesmo mês do ano passado. 

 

Caiu, definitivamente e à força, a resistência dos consumidores em adquirir looks via internet. E a experiência tem ficado bem mais interessante: cada vez mais as lojas virtuais oferecem uma série de recursos (como vídeo, tabela de medidas e até tabelas comparativas) para que você seja capaz de conhecer melhor o produto que pretende adquirir.

 

Em tempos de pandemia, desfiles e semanas de moda foram cancelados e as grifes tiveram que reinventar a forma de se comunicar. "A pergunta que estava no ar era: será que isso mudou para sempre? A resposta é sim, definitivamente nos critérios de escolha e formato de compras, que migrou para o online e cada vez mais se consolidará por lá", acredita Ligia Mello, coordenadora da pesquisa com consumidores de mercado de luxo no Brasil, da Hibou, empresa de monitoramento de consumo.

 

 

Você com certeza você também aumentou suas compras online desde que a pandemia começou, né? E a gente espera que tenha rolado só boas experiências mas pra não errar mesmo na hora do investimento, montamos um manual pra você tem em mente quando estiver com o dedo no site:

 

 

1/ Foque em você 
Quem disse que comprar roupa não exige uma dose de autoconhecimento? “A regra principal para não errar na compra é que você observe o que a faz se sentir bem, com qual tipo de peça se identifica mais, qual sua cor preferida, tipo de modelagem (mais justa ou mais larga), se há um tipo de tecido que incomoda”, diz o time de Personal Stylists Farfetch Brasil.

 

 

2/ O tecido define
Conhecer um pouco de tecido é essencial. Se você não entende nada do assunto, um bom começo é pegar suas peças preferidas do guarda-roupa e identificar a composição delas e assim, fazer suas escolhas baseada nelas.

“Alguns materiais são simples de comprar. Entre as minhas principais apostas estão seda e algodão (sei como eles se comportam no meu corpo mesmo sendo malha ou tecido plano)”, analisa a jornalista de moda Renata Brosina, de São Paulo. 

Vale optar por consumir em sites que tenham informações, fáceis, claras e objetivas de composição. 

E dá até para entender a sustentabilidade do padrão escolhido. “No site da Farfetch, temos uma calculadora que te informa até quanto cada tecido consome de água e o seu impacto no meio ambiente”, conta o time de Personal Stylists Farfetch Brasil. Incrível, né?

 

 

3/ O tamanho
Não tem outro jeito, essa é a parte mais trabalhosa, principalmente se você nunca experimentou a modelagem da marca. O caminho mais fácil? Fita métrica em mãos e explorar beeem a tabela de medidas disponível no site.

“No caso do jeans, é importante sempre ficar de olho nos shapes e nas medidas (hoje em dia, os e-commerces disponibilizam uma tabela que acaba com o mistério do ‘cabe ou não?’). E toca entender como medir a cintura, por exemplo, para comparar suas medidas com a do site. “Cinto, por exemplo, se mede do final da fivela ao furo centra e todas essas infos você encontra no site”, observam os Personal Stylists da Farfetch Brasil.

    Quando bater a dúvida sobre a numeração, é válido observar as peças que você já tem. “Por exemplo, para compra de sapatos com numeração internacional, muitos tênis vêm com a numeração americana, inglesa e europeia, isso pode te guiar quando for comprar sapatos de diferentes conversões”, diz o time de Personal Stylists Farfetch Brasil. Muitos sites disponibilizam informações como se a peça corresponde ao tamanho ou se tem a indicação de comprar um número menor/maior. 
 
Na hora de finalizar o pedido, tenha em mente que maior é sempre melhor que menor. Afinal, um você até pode ajustar. Já o outro… “É preciso entender qual é o seu tamanho naquele tipo de peça e estudar se um número maior ficaria com um shape mais cool, por exemplo. Se você já tem alguma roupa ou acessório da marca, vale ver como é o caimento ou estrutura”, sugere Brosina. 


 

4/ Confira a Política de Troca
A troca da peça está prevista no Código de Defesa do Consumidor, mas vale checar a política do site que você escolheu. A possibilidade de devolução existe (seja por arrependimento, desistência, produto com defeito, tamanho, insatisfação ou qualquer outra razão) e geralmente a primeira é sem custo, como é o caso da Farfetch. Funciona assim: a partir do recebimento do produto, o cliente tem 10 dias corridos para solicitar a devolução. Todos os itens devem ser devolvidos em sua embalagem original (caixa), com etiquetas e lacres intactos. Todos os acessórios devem ser enviados com o produto. Após 24h úteis o SAC da Farfetch entrará em contato com o cliente por e-mail para informar o número de autorização de postagem ou realizar o agendamento da retirada via Correios ou DHL. Neste contato, você escolhe o tipo de reembolso: crédito em site ou estorno na mesma forma de pagamento. Você precisará levar a devolução para o correio ou disponibilizá-la para retirada. Após aprovação da devolução, o reembolso será feito em até 2 dias úteis. 

 

 

5/ Monte o carrinho e... respire
Para evitar compras por impulso, deixe ali sua peça reservada no carrinho e dê um tempo para pensar se deve mesmo ou não comprá-la. Assim, aproveite para embarcar na tendência do consumo consciente. “Acredito que é importante ‘namorar’ a peça que você está prestes a adquirir. Eu costumo entrar no e-commerce, olhar todos os detalhes, salvar nos meus preferidos e voltar dias depois para comprar. É uma forma de identificar se isso é um desejo real (e não um impulso)”, indica a jornalista de moda Renata Brosina, de São Paulo. Lógico que há exceções, como peças disputadas que voltam a estar disponíveis, coleções cápsula e peças exclusivas.

 

6/ Imagine se a peça se adapta ao seu estilo
“Outra dica é entender o que você tem em casa que pode dar match no look com essa peça. Se não tiver, vale entender como essa roupa se encaixaria na sua vida – se é só para uma ocasião especial ou se ela é versátil o suficiente para ir da feira ao baile”, observa Renata. Vale estar com a mente aberta para o novo – mas é ótimo quando a gente sabe que essa peça vai fazer parte da nossa vida em diversos momentos. “É bacana experimentar peças que são um pouco mais ousadas nos cortes e modelagens. É bom estar ciente que é uma aventura com possível final feliz. A moda anda cada vez mais democrática e o vestido de seda pode fazer um belo par com tênis durante o dia e ser um excelente protagonista do visual noturno com saltos, por exemplo”, diz Renata.

 

7/ Sites com vídeo ajudam a ter ideia do caimento da peça 
As fotos já entregam um spoiler legal sobre como a peça se comporta. Mas vídeos dão uma noção ainda mais fiel sobre comprimento, modelagem e caimento. Abuse do recurso.
 
 

 

8/ Esperta com as pegadinhas
Os sites estão aí para sempre oferecer opções para todos os gostos e ocasiões. “Mas, claro, é preciso ficar de olho nos elásticos e recortes (alguns podem não favorecer a silhueta). Os comprimentos também são um detalhe para ficar com a atenção redobrada (mídi é um comprimento que pode ser abaixo do joelho à canela)”, ressalta Brosina.

 

O que achou das dicas? Vão facilitar suas próximas compras?

 

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