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Dia da Mulher: moda e poder

O Dia Internacional da Mulher é mais do que uma data especial. É um símbolo da luta feminina pelo empoderamento, pela conquista de direitos iguais e poder de decisão ampliado. Neste ano, relembramos elementos da moda que ajudaram a impulsionar essas conquistas
Por Gabrielle Carreira
Hoje uma das peças mais comuns do closet feminino, a minissaia foi um marco na história. A sua invenção é atribuída a Mary Quant, uma figura emblemática do movimento "Swinging London", e graças a peça que desafiava os padrões da época mostrando as pernas das mulheres. A verdade é que, para Quant, a minissaia nasceu do desejo de suas clientes e dos movimentos da época, que pediam que as suas saias fossem encurtadas cada vez mais.
Conhecida como "jupes-culottes", a precursora das calças, fez a sua estreia no Brasil por volta de 1911 e chocou a sociedade. Os críticos diziam que a peça se ajustava ao corpo feminino, dando ênfase às suas curvas e formas. Depois, em 1920, veio Mademoiselle Gabrielle Chanel e revolucionou a ideia de uma mulher usar calças: com pernas largas, o modelo foi primeiramente inspirado no modelo utilizado por marinheiros da época. Já em 1950, as calças jeans tornaram-se a peça-desejo de todas as mulheres: versáteis e confortáveis.
O legado de Yves Saint Laurent pode ser definido por uma frase: “Chanel deu liberdade às mulheres. Yves Saint Laurent lhes deu poder”. Foi em 1966, quando a moda passava pelo frenesi da minissaia, que Saint Laurent, em sua coleção de Outono/Inverno, deu destaque ao ‘Le Smoking’: uma versão feminina do conjunto de terno e calça, oferecendo às mulheres o poder de substituir os vestidos longos em festas mais sofisticadas. Ao mesmo tempo que revolucionou a ideia de roupa de gala, o smoking chocou conservadores que chegaram a proibir o seu uso nestes eventos. Não foi suficiente para impedir o seu sucesso.
Parece algo difícil de imaginar, mas os bolsos nem sempre foram algo comum às roupas, principalmente para as mulheres. No século XVII, as algibeiras, uma espécie de cordão com pequenas bolsas era utilizada por dentro dos vestidos cheios de camadas, tornando quase impossível de alcançá-los. Aos poucos as camadas foram diminuindo, mas os bolsos nunca apareciam costurados diretamente nas roupas. Foi apenas com o aparecimento das calças nos closets femininos que as mulheres tiveram acesso à essa facilidade.
Em meados dos anos 30, a estilista Elsa Schiaparelli apresentou as ombreiras, renovando a silhueta feminina e a afastando da objetificação. Já nos anos 80, os ombros poderosos ressurgem como parte do movimento ‘Power Dressing’: a necessidade de dar às mulheres mais força no ambiente de trabalho. Os ombros marcados eram como armaduras, que garantiam autoridade em um espaço dominado até então pelos homens.
 
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