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Tendências & Subculturas

domingo, 13 de agosto de 2017

Movimento Feminista na moda

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Assim como na história, o movimento feminista tem passado por fases bem definidas na moda, mas sempre com um ponto em comum: ele resulta em peças para empoderar as mulheres. As tendências mudam porque os criadores se inspiram na cultura da sua época e isso se reflete nas passarelas.

 

O primeiro a ajudar a libertar o corpo feminino foi o francês Paul Poiret, que no fim do século 19 aboliu o corset de suas criações, colocando em voga roupas soltas, que não aprisionavam (literalmente) as mulheres.

Movimento Feminista na moda

Coco Chanel foi outra grande revolucionária: nos anos 20 trouxe para closet feminino as calças, até então exclusividades masculinas, e ditou uma nova maneira de as mulheres se portarem, mais altivas e donas de si. O recado estava dado: podemos e somos tão fortes e independentes quanto eles e a moda é um meio de mostrar isso.

 

“Hoje, andar normalmente de terno e calça comprida parece normal, cotidiano, mas na época, a mulher era proibida de entrar num restaurante ou num hotel”, diz Suzy Menkes, uma das principais críticas de moda do mundo. “O smoking, usado até hoje, foi uma provocação sexual dirigida à mulher que queria ter outro papel”.

 

Ela se refere a Saint Laurent que, nos anos 60, trouxe seu icônico smoking feminino, uma revolução que se iguala em poder à minissaia de sua contemporânea Mary Quant. É claro: com a popularização da pílula anticoncepcional, a liberdade sexual finalmente se tornava um direito das mulheres.

feminismo

Uma por todas

 

Muitas décadas e muitas conquistas depois, o movimento feminista volta à pauta do dia e ecoa nas passarelas – camisetas com mensagens empoderadoras, por exemplo, viraram tendência e foram usadas por personalidades tão diferentes como Isis Valverde e Natalie Portman.

 

Mérito em grande parte de Maria Grazia Chiuri, primeira mulher a assumir a direção criativa da Dior em 70 anos. Desde que chegou à marca francesa no ano passado, ela virou defensora da máxima “We should all be feminists” (“Deveríamos ser todos feministas”) – título de um livro da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie. A T-shirt com a frase, aliás, virou referência. “Tenho uma filha e um filho e quero que ambos tenham as mesmas oportunidades na vida”, disse a estilista logo após o desfile.

 

Movimento parecido foi visto na passarela de Prabal Gurung, autor das T-shirts “The future is female” (“O futuro é feminino”) e “Girls Just Wanna Have Fun-damental rights” (“As garotas só querem ter direitos fundamentais”), entre outros gritos do feminismo atual.

O futuro é feminino

E todas no poder

 

Menos explícita, mas ótimo exemplo de mulher que vai à luta e defende o que pensa, Stella McCartney desde sempre investe em um visual pautado pela alfaiataria perfeita, evitando o estereótipo sexualizado vinculado às mulheres.

 

Nesta temporada, ela foi além e escalou a ativista Amandla Stenberg para ser a musa do seu novo perfume, o POP. “Decididamente, a moda se tornou uma alavanca do feminismo”, prega a stylist Sandrina Francisco.

 

Sim, mulheres fortes não faltam na moda, talvez o terreno em que elas mais ocupem postos altos. De Silvia Venturini, da Fendi, a Miuccia Prada, passando por Donatella, da Versace, são muitas as marcas de luxo em que a última palavra é delas.

 

Afinal, como já disse Diane von Furstenberg, “uma vez que somos tão ou mais fortes do que os homens, não deveríamos ter medo da nossa própria força”.

 feminismo na moda

He for she

 

E o feminismo atual também tem ganhado a simpatia de homens como Alessandro Michele, da Gucci, que poderia fazer parte da campanha He for She, da ONU.Com ternos cor-de-rosa para homens e silhuetas femininas que não lembram em nada a Gucci da era Tom Ford (em que a sensualidade era extrapolada à potência máxima, com decotes e transparências), Michele é uma das principais vozes da indústria a pregar o fim das caixinhas – e dos tabus. Afinal, como diz um grito conhecido do movimento, “meu corpo, minhas regras”.

We should all be feminists
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