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Tendências & Subculturas

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

A história de it bags

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Nada define mais a moda na virada do século do que as bolsas do momento. Mas a história de it bags começou lá atrás, nos anos 1930, quando a Louis Vuitton lançou a icônica Speedy.

 

A bolsa, que hoje circula pelas mãos de celebridades mundo afora em diferentes cores e formatos, ficou famosa em 1965, quando Henri Louis Vuitton criou um modelo pequeno para a atriz Audrey Hepburn.

 

Desde então, toda it girl que se preze tem uma it bag para chamar de sua. As bolsas se tornaram essenciais para a imagem das grandes grifes e cada estação traz uma nova leva desses objetos do desejo.

bolsas e fashion icons

Uma das bolsas mais cobiçadas até hoje, a Chanel 2.55 – batizada assim por causa da data de seu surgimento, em fevereiro de 1955 – foi o primeiro modelo tiracolo da história.

 

Pensando em um acessório que fosse prático e ideal para carregar o essencial, Mademoiselle Chanel criou a peça que entrou para o hall da fama das bolsas famosas. A 2.55 ganhou novo fôlego nos anos 80, quando foi remodelada por Karl Lagerfeld.

 

Em 1961, foi a vez da Saint Laurent lançar a sua Monogramme, bolsa pequena em formato de envelope, com uma placa dourada levando o logo da grife e uma corrente longa que possibilita o uso na transversal.

 

A aposta da italiana Dolce & Gabbana foi a exuberante Sicily, queridinha das fashionistas há várias estações. Em suas coleções mais recentes, a grife fez um update nas bolsas originais com um mix de estampas, como listras e frutas.

 

Para cada bolsa, uma musa

 

Grace Kelly lançou moda quando foi homenageada pela Hermès nos anos 50, batizando uma das bolsas femininas mais famosas da história.

 

A princesa de Mônaco não largava seu modelo em forma de trapézio – criado originalmente em 1930 para acomodar selas de montaria e, mais tarde, adaptado para viagens.

 

As vendas se multiplicaram quando ela posou para a revista Life usando a bolsa. O sucesso fez com que a grife rebatizasse a peça e a Kelly habita até hoje o imaginário da moda.

 

A própria Hermès continuou a tendência de escolher musas para suas peças com a Birkin. A bolsa foi criada em 1984, depois que a atriz e cantora Jane Birkin reclamou da falta de um modelo prático para viagens durante um voo de Paris a Londres.

 

Deu sorte. Jean-Louis Dumas, presidente da grife, estava ao seu lado e tratou de resolver o dilema criando um cobiçado modelo que leva o sobrenome da diva. Feita à mão, a peça tem lista de espera de dois anos e frequenta os looks de fashionistas como Victoria Beckham, que tem uma Birkin de cada cor para acompanhar suas produções.

 

A história de it bags ganhou outro capítulo importante quando a bolsa Lady Dior foi rebatizada na década de 90 em homenagem à Princesa Diana, fã da peça.

 

O modelo quadradinho, que antes atendia por Chouchou, virou sinônimo de elegância e desde então já teve como garotas-propaganda a ex-primeira-dama francesa Carla Bruni e as atrizes Marion Cotillard, Monica Bellucci e Diane Kruger.

 

Criada em homenagem à atriz italiana Sophia Loren, a bolsa Sofia, de Salvatore Ferragamo, também conquistou lugar cativo nas produções de estrelas da nova geração, como Jennifer Aniston, Katie Holmes e Jessica Alba.

 

It bag com ares modernos

 

Fãs de modelos de bolsas com alça transversal aderiram rapidamente à PS1 da Proenza Schouler. A grife mescla um trabalho artesanal sofisticado e uma linguagem moderna que agrada às mulheres que preferem silhuetas minimalistas.

 

Concebida em 2008 como uma “anti it bag”, ironicamente a peça acabou se tornando um best-seller da grife nova-iorquina e pode ser encontrada em diversas cores estação após estação.

 

Marc Jacobs também emplacou um modelo entre as marcas de bolsas mais cobiçadas. Sua Stam foi criada em 2005 e, de lá para cá, pode ser vista nos braços de várias divas de Hollywood. O modelo em matelassê com correntes grossas foi inspirado na modelo canadense Jessica Stam, que precisava de uma peça prática para carregar seu portfólio.

 

Para a Mulberry, a inspiração foi a it girl inglesa Alexa Chung. Lançada em 2009, a bolsa Alexa se tornou rapidamente um dos maiores sucessos de vendas da grife.

 

Gisele Bündchen, claro, também ganhou uma Mulberry para chamar de sua, em uma parceria de Luella Bartley com a grife. Graças à top, Luella passou de designer excêntrica de Londres a criadora de tendências instantâneas, quando a bolsa Gisele alcançou status de it bag em 2002, dando nova vida à tradicional marca britânica.

 

Como não poderia deixar de ser, as it bags tiveram presença de destaque na série Sex and the City. O modelo Baguette, lançado pela Fendi originalmente em 1997, ganhou fama nos braços de Carrie Bradshaw, personagem imortalizada por Sarah Jessica Parker.

 

Graças à fama mundial gerada pela série, o acessório é considerado por muitos “a primeira it bag”. Mas a história mostra que o caminho já vinha sendo traçado por uma legião de bolsas icônicas e suas musas inspiradoras.

 

 

bolsas de marca
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